Daí, numa conversa com a avó do menino - por acaso minha mãe -, ela supôs que tentássemos logo pela manhã, depois que ele acordasse e já tivesse feito a primeira refeição (condição sem a qual o intestino dele não funcionaria!). Foi o que fiz. Assim como faço toda a manhã, procedi como combinado, pus o guri na privada a ali fiquei conversando para ver se algo acontecia. O tempo passou e nada do número 2, então desisti. Mas num súbito, percebi que ele tinha se agachado na tentativa de começar a "deflagrar o ato delituoso", foi aí que dei um flagrante e ele correu de mim - não queria de jeito algum que eu invadisse sua intimidade. Mesmo assim não teve jeito, peguei-o no colo e o levei pro banheiro e ali fiquei até que ele finalmente.....
É, finalmente! Graças ao esforço árduo de sue pai ele fez pela primeira vez cocô na privada. Foi uma vitória! Agora travaremos a lutar de fazer o ato contínuo, diário. Talvez assim, quem sabe, possamos economizar as tais moedas já que precisamos de muitas todos os meses para aguentar a quantidade de material desperdiçado.
Fico por aqui, só queria registrar um momento único da vida de meu filho e da minha também. Ah, no final batemos palmas (parabenizando-o pelo feito), demos tchau pro marinheiro e ele mesmo puxou a descarga.
Primavera, 22 de setembro de 2009.
Mário Davi Barbosa



