28.2.07

Descompasso do real

É tudo isso o que eu não consigo explicar
É tudo isso
É mais um pouco
Sou eu, és tu, somos nós
Compostos por nossas particularidades
Compasso de uma orquestra destoante
Descompasso de um bailar a dois

É tudo isso e mais um pouco
Verdade ligeira, verdade presente
Mas qual será o eu
Que me compreende
Se eu lírico ou lúdico
Um pouco cá, um passo lá

Multifaces de um só ser
Descompasso
Isso tudo o que não posso entender
Porque se paro
Não sei em que lugar
Disparo alto
Buscando-me unifacetar

É mais um pouco
É um viver sem estar
Multiversidade deslocada
Mosaico pulsante
Cenários que se unem
Apesar de distantes
É tudo isso
É muito mais

26 de fevereiro de 2007

4 comentários:

Maika disse...

Olá poeta...
Como estás?

Abraços

gaby disse...

Complicar para descomplicar, cada um terá um olhar sobre o que foi lido, só vc entende na íntegra o que o texto realmente quer passar. Gostei bastante.

beijos nosso para o poeta papai!

Mag disse...

vamu atualizar isso aqui vamo?!?!?!


=D

m.davi disse...

Juro que atualizarei o site quando tiver tempo... atendendo às reivindicações.