
Alegria pra me refazer
Juntar o que fica pelo caminho
Alegria de ao menos pertencer
Pegar o que se junta e fazer um ninho
Sorriso aberto
Meio de lado
Pode ser inteiro
Só não dá pra ser fechado
Sorriso desdentado
Mas sorriso
Alegre, desprendido
Sorriso
A felicidade depende de coisas simples:
Companheiro (a)
Filho (a)
Um lar
Um beijo na boca que enlouquece (pode ser na bochecha)
Um olhar que pede mais
Um sorriso
Abraço
Palavra fala, escrita, gesticulada
Palavra amiga
Acordar com cheiro de café
Com um bom dia
Felicidade é saber ser feliz
Saber colher, cuidar
Dar e plantar flores
Felicidade é andar de mãos dadas
Bom é comer a comida da mãe
O bolo de chocolate
Bom é ter alguém pra conversar
Pra falar das coisas mais íntimas e mais simples
Bom é ter alguém
Bom é ser feliz com o que se tem
Ter sonhos e utopias
Lutar pelos sonhos
Pintar utopias
Bom é a vida que corre por entre os garranchos escritos....
Juntar o que fica pelo caminho
Alegria de ao menos pertencer
Pegar o que se junta e fazer um ninho
Sorriso aberto
Meio de lado
Pode ser inteiro
Só não dá pra ser fechado
Sorriso desdentado
Mas sorriso
Alegre, desprendido
Sorriso
A felicidade depende de coisas simples:
Companheiro (a)
Filho (a)
Um lar
Um beijo na boca que enlouquece (pode ser na bochecha)
Um olhar que pede mais
Um sorriso
Abraço
Palavra fala, escrita, gesticulada
Palavra amiga
Acordar com cheiro de café
Com um bom dia
Felicidade é saber ser feliz
Saber colher, cuidar
Dar e plantar flores
Felicidade é andar de mãos dadas
Bom é comer a comida da mãe
O bolo de chocolate
Bom é ter alguém pra conversar
Pra falar das coisas mais íntimas e mais simples
Bom é ter alguém
Bom é ser feliz com o que se tem
Ter sonhos e utopias
Lutar pelos sonhos
Pintar utopias
Bom é a vida que corre por entre os garranchos escritos....
3 comentários:
felicidade...cotidiano.
até onde o êxtase humano pode ir?
extrair paz dos momentos de ódio.
sentir o belo no feio.
café...às três e quarenta da madrugada de um sábado amargo.
enfim...
o cotidiano é a máquina motriz do ser humano?...!
me sinto assim... o sol no ônibus nos fins de tarde. vento gelado de outono.
...hehehe, onde se vê poesia...
uma guarda-chuva quebrado depositado ainda armado no lixeiro de papel.
uma aula de fotografia e o cefet, caótico como sempre.
Palavras tão soltas, e ao mesmo tempo tão juntas. Ser algo, se sentir algo, o imensurável que nada irá suprir, assuntos momentênios que se irá partir ou ficar ali, desabafos eternos se encaixam na moldura que já deixou de ser a mesma sempre, um novo tempo acolhe, trás o que há de bom, busca o que há de bom dentro e fora de nós. Os outros? Fazem parte dessa história, amigos, parentes, desconhecidos, andam com a longa ou curta metragem (depende do momento)que se encaixe.
Amei o que você escreveu, me fez pensar em escrever coisas gostosas de se ler, faz bem...beijos...te amo...amo o que você escreve...mto bom.
Postar um comentário