28.12.07

Dias e sonhos











Dos meus dias, os passo pensando
Divido em turnos, horas, minutos, segundos
Passo seguindo sobre mundos e fundos
Dos meus dias não espero nada, continuo caminhando

Dos meus sonhos procuro fazê-los maiores que eu
Meus sonhos são grandes e viram a noite e rolam no chão
Os sonhos me guiam, me tiram do dia e me deixam em vão
Dos meus sonhos não falo, os tenho comigo à perdidos no breu

Dos dias não conto, deixo passar
Dos sonhos não espero muito... são devaneios
Dias contados, sonhos vividos sem fins ou meios

Dos sonhos não os tenho como certos
Os dias são tão certos, retos, corretos... para se contar
Sonhos vividos, dias contados de um sonho que, um dia, (quam sabe) virá


Postado em 06.09.06 (Tempestades e Idéias)

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